sábado, 31 de outubro de 2009

FILOSOFIA DE BUTEKO...
















EXERCÍCIO PARA O CÉREBRO...













FILOSOFIA DE BUTEKO...











PERGUNTAS IDIOTAS...RESPOSTAS...







EXERCÍCIO PARA O CÉREBRO...




FILOSOFIA DE BUTEKO...
















PERGUNTAS IDIOTAS...RESPOSTAS...











PIADAS:CURTINHAS + MUITO BOAS...











domingo, 25 de outubro de 2009

PIADA: OS POSTES...




PIADA: O SHOPPING...




PIADA: O ENTERRO...




PIADA: O CUMPADI E A CUMADI...




PIADA: O TAXISTA...











sábado, 24 de outubro de 2009

COMPARAÇÃO III...



COMPARAÇÃO III


Quem leu, percebeu, gostou e viu,
É igual também na construção civil,
E a mulher é o tema principal,
Da comparação, sem nenhum mal.

Parede torta, bem fora do prumo,
Sai da frente, cassa o seu rumo,
Não tem conserto, sem solução,
Mulher baranga, não dá nem tesão.

Casa perfeita, que chama a atenção,
É sonho, vontade, é realização,
Mulher linda, minha de preferência,
É know-row, é ponto de referência.

Uma casa simples e que é feia,
É mal vista, e ninguém a anseia,
Mesmo que possa ser consertada,
Mulher feia é então descartada.

Existem as casas de mediana classe,
Aparentemente bonitas e com base,
Que depois de algum tempo afunda,
Mulher mais ou menos, só Raimunda.

Ter uma casa ótima é um sonho,
Meu, seu e de quase todo mundo,
E dentro dela, com uma linda mulher,
É o que quero e você também quer...

COMPARAÇÃO II...



COMPARAÇÃO II

Fiz uma à tempos atrás,
Na brincadeira, gostei demais,
Leia, perceba e então veja,
A mulher é igual a cerveja.

Vejam só a cerveja quente,
Que é igual a mulher da gente,
Desce quadrada, amargando a boca,
E a gente bebe porque não tem outra.

Existem as mais novas lançadas,
Quem prova vê a palhaçada,
A marca, o gosto, uma porcaria,
A mulher que ninguém gostaria.

A antiga de repente fica nova,
Sua aprovação colocada à prova,
Experimenta e uma grande ressaca,
Mulher velha, nem mesmo pelada.

Algumas mudam o rótulo, a aparência,
E o tolo, bebe na sua inocência,
Percebe então que não mudou nada,
É igualzinho à primeira provada.

Mas existe a que redondo desce,
Almejada por muita reza e prece,
Ressaca só se beber demais,
A do vizinho, que corremos atrás.

As duas ter ao mesmo tempo,
Na festa, churrasco ou em evento,
É alegria, felicidade, emoção,
Se boas, fazem bem ao coração.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

COMPARAÇÃO I...



COMPARAÇÃO I...


Estraga, e para sem avisar,
Empaca e não sai do lugar,
Quem teve, sabe como é,
Carro VELHO é igual a mulher.


Surrado por muita viagem,
Precisando de lanternagem,
Ainda assim,parando em pé,
Carro USADO é igual a mulher.

Novinho, com tudo funcionando,
Onde passa, tudo mundo olhando,
Zero quilômetro quem não quer,
Carro NOVO é igual a mulher.

Quem não tem, muito reclama,
Planeja, trabalha, namora e sonha,
Reza e ora, testando a fé,
Com qualquer um, carro ou mulher.

Ter os dois ao mesmo tempo,
É bom demais, um acontecimento,
Mas um dia muito pequeno é,
Para ter carro e ter mulher.

Tudo isto é brincadeira,
De mau gosto, uma besteira,
Mesmo ainda andando a pé,
Prefiro mais uma mulher...

O GRANDE LANCE...


O GRANDE LANCE...
Nunca poderia imaginar que aquilo estava acontecendo comigo, realmente em termos de satisfação pessoal era a glória.
Sempre gostei muito de futebol, e quando pequeno meus amigos diziam que eu jogava muito bem, mas estar ali no Macaranã, numa decisão da Taça Libertadores da América era realmente o máximo.
E o melhor era estar defendendo o meu time de coração, o Vasco da Gama.
Não seria fácil o jogo e, eu sabia disso, principalmente jogando contra um time da Argentina, nossa eterna rival.
Em todo o campeonato havia feito diversos gols e, sabia que estando sendo considerado um dos melhores atacantes da atualidade, a minha responsabilidade era muito maior.
Mas lá estava eu e, confesso que quando entrei em campo senti um arrepio que me tirou o fôlego. Olhei calmamente em toda a arquibancada, e fazendo um giro de trezentos e sessenta graus em volta de mim mesmo, sem tirar a chuteira do chão, percebi como o "Maraca" estava superlotado.
Via que em quase toda sua totalidade, a camisa preta com faixa branca, e em outros casos a branca com faixa preta, era de uma intensidade que me despertava um misto de alegria e de desespero.
O que mais me alegrava era ter no meu peito a Cruz de Malta, que parecia bater aceleradamente como o meu coração.
Havíamos ganho o primeiro jogo em La Paz, e na pior das hipóteses o empate nos daria o campeonato.
Enfim o jogo começou, corria desesperadamente para conseguir me desmarcar dos adversários, mas com uma marcação dura, a cada momento que me desvencilhava de um, vinha outro dar cobertura.
Mesmo sendo centroavante, por diversas vezes, vinha ajudar o meio de campo, e até a defesa, pois aquele era o jogo da minha vida.
Mas num desses ataques fulminantes, levamos um gol, o "Maraca" ficou em silêncio e eu interiormente assumi para eu mesmo toda a responsabilidade.
Na volta do intervalo, o técnico depois da preleção, me chamou no canto, e disse que acreditava no meu potencial.
Meu amigo, aquilo mexeu mais ainda comigo, e tinha certeza de que poderia fazer pelo menos um gol, e levar a taça com o empate.
Foi num lance inusitado que recebi a bola na intermediária, que driblando dois, cheguei cara a cara com o goleiro, e tentando me esquivar do mesmo, fui praticamente atropelado.
Ouvi o apito do juiz, e me virando para trás sabia que o penalt havia sido marcado.
Aquele lance era meu, seria o meu grande lance, e todos os meus companheiros concordaram. Pegando a pelota com carinho, coloquei-a na marca do penalt, e me afastei alguns passos. Olhei nos olhos do goleiro e já sabia até em qual canto iria bater.
Avancei para a bola, e chutei.
Aiiiiiiiiii!!!!....
Chutei a cama.
Acordei aos gritos, com a minha mulher mais assustada ainda, e hoje com a perna ainda engessada, continuo fazendo o tratamento para o sonambulismo que me atormenta a muito tempo.
Mas esta não foi a pior parte, o pior de tudo é que isolei a bola e o meu Vasco foi vice até no meu sonho...


FUTEBOL NO CÉU.

Conta-se que a tempos atrás,
Lá pelos lados de Minas Gerais,
Dois compadres, viviam a jogar,
Futebol, de tanto assim gostar.

Certo dia, os dois saindo do campo,
E sobre futebol, ainda conversando,
Numa pergunta, surgiu uma questão,
Se no céu tinha futebol, ou não.

Ficou acertado, assim entre os dois,
Que quem morresse, voltaria depois,
Para avisar à aquele que ficava,
Se futebol lá em cima se jogava.

Um dos dois, morre de repente,
E o que ficou, fica impaciente,
Para aquela pergunta, saber a resposta,
Se no céu tem futebol, e quem gosta.

Os meses passam rapidamente então,
E a pergunta, ainda sem solução,
Rezava de dia, de noite, na chuva e no sol,
Para saber, se no céu tinha o futebol.

Num dia, num sonho, o amigo apareceu,
E a sua pergunta, logo lhe respondeu,
Lá no céu, o futebol é sim jogado,
E para zagueiro você foi escalado.

HINO NACIONAL DA CERVEJA.



HINO NACIONAL DA CERVEJA...


Ouviram num boteco um berro mágico,
De um bêbado, um pedido refrescante,
A cerveja, a liberdade em raios úmidos,
Brilhou na mão do dono, neste instante,
Se o senhor, tiver vontade,
Vem beber com a gente até ficar de porre,
Copo cheio, é liberdade,
Aprecie este líquido à vontade,
Cerveja amada, idolatrada,
Salve, salve...
Bebendo todo dia deste líquido,
Às vezes parece que a terra desce,
Quando estou bebendo da malvada,
Não existe nada mais que me interesse,
Gigante depois de três, uma beleza,
Chorão depois de dez, uma tristeza,
No dia seguinte, dor de cabeça...
Cerveja dourada,
Entre outras mil, és a preferida,
Cerveja amada,
Dos filhos deste bar, és mãe gentil,
A bebida preferida do Brasil...